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quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

# Até que ponto o dinheiro te domina?

Falar sobre dinheiro é falar sobre um tema emocional, pois para muitos esse assunto está bem enraizado no inconsciente coletivo, de forma que ocupa o topo das importâncias que consideramos mais relevantes no existir humano.


Não sou hipócrita a ponto de dizer que não preciso dele. 

Claro que preciso!

No entanto, também sei que dependendo da necessidade, a maioria não hesitaria em deixar seus filhos aos cuidados de uma pessoa de confiança, mas analisaria com bastante lucidez, deixar aos mesmos, uma boa quantia de dinheiro com igual finalidade. 

É ou não é?

Será o dinheiro mais importante que nossos filhos, rebentos de nossa alma?

Ou será que os valores do evangelho não se plantaram ainda em nós, visto a dureza e falta de profundidade coronariana?

É verdade que o money tem sua importância na história e na vida de muitos homens e mulheres que passam pelo planeta terra. 

E que nessa combinação homem + dinheiro criou-se o eixo central do poder, que comportalmente viria a ser a medida escalonária de distinção da raça ariana prevalecente, face a plebe restante que nada serve, a não ser para ser explorada.

É assim até hoje!

Dessa forma, todos estamos a mercê desse conjunto de forças, que também é principados e potestades em nós. 

Mas quando a vida dá na telha e dá aquela derrapada, somos moldados para o bem com sua ausência ou ficamos mutilados pra sempre por causa das excentricidades de um coração que foi tomado pela avareza.

Coexistimos nesses dois mundos, e saber discernir, se faz um exercício essencial, constante e desgastante para descobrirmos aonde está a vida e onde só tem morte.

Daí vem a religião e reafirma em nós essas mesmas '' verdades'', só que agora, estão ungidas em nome de deus, com o propósito único e exclusivo de tosquiar o rebanho sem que percebam, para que assim a consciência daquele que assim o faz, não fique um tanto afetada.

Pura balela!

Um tipo de comportamento que não engana aquele que está alerta a chegada do Noivo.

Gente consciente e ciente da sonolência que contaminou a humanidade, e mesmo assim aguenta até o raiar da aurora de Deus em si.

No entanto, em geral não é isso que vemos!

O que se prega e vê por aí, é o dinheiro crido como o termômetro da espiritualidade em Deus.

Para se estar bem com Ele, temos que ostentar o melhor do mundo, afinal somos filhos do Rei!

É ou não é?

Isso arrebenta o pai de família humilde, que luta pelo sutento de casa, ao mesmo tempo que o faz sentir uma angústia danada por não poder atender a esposa, que depois que virou evangélica, só fala em prosperidade. 

E vice-versa.

Aquele que em tempos passados possuia paz, mesmo habitando em uma casinha simples, ou dirigindo seu carrinho quitado, agora é assolado por enchurradas e xulapadas na cara que vem do mundo, da mídia e principalmente dos irmãos de denominação.

O olhar torto, nunca foi tão torto!

Daí, ele sai na ânsia de fazer um empréstimo, muda para uma casa maior, ou para um carro melhor e deixa de garantia a própria alma.

Nem que o preço que tenha que pagar seja a tranquilidade no lar, ele troca o luxo pelo lixo.

Oh meu Deus! Esse comportamento não é saudável, desola o ser e destroça o coração!

Por isso, não creia nessas mentiras povo de Deus!

Volte a buscar a simplicidade de viver em pacificação de alma e coração novamente, desaprendendo a chorar pelo que não tem, a aproveitar o que tem, até entender que existir é adaptar-se!

Que Deus tenha misericórdia de todos nós!