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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

# Vivendo em um constante estado de impaciência, e em constante fluxo de intemperança e caos.

Quando atingimos determinada idade e experiência na vida fica bem claro o nítido desapego a coisas que outrora considerávamos importantes.

www.pitacocristao.blogspot.com

Por outro lado observamos o aumento de um sentimento que vai crescendo pouco a pouco frente as circunstâncias do dia a dia que chegam sem avisar.

Quem me lê escrevendo isso deve logo imaginar um velhinho de idade bem avançada e não alguém que acabou de completar 37 primaveras.

Não que eu me sinta na flor da juventude, mas alguém ontem comentou que já somos tiozinhos, em sua linguagem de dizer que não somos mais novinhos.

Bem verdade não somos novinhos porque muita água já passou debaixo dessa ponte, muitas experiências foram vividas com proveito ou não, e a quilometragem já está um tanto quanto rodada.

Se a expectativa de vida do brasileiro é os 73 anos de vida, podemos afirmar que já estamos a meio caminho da jornada.

E esse sentimento vai crescendo dentro de nós a medida que o tempo passa e os cabelos brancos começam a dar o ar de sua graça.

Um sentimento que pouco a pouco vai se instalando na medida que a existência é gasta em experiências e relacionamentos um tanto quanto desgastantes e repetitivos.

É a tal da impaciência.

Para determinados assuntos, tenho uma paciência sobrenatural que parece coisa que desceu do céu como mágica.

Para outras nem tanto.

E a razão desse crescente estado interior acontece principalmente no âmago das relações interpessoais.

Não é a toa que Jesus tanto nos advertiu sobre isso.

Uma infantilidade muitas vezes travestida de imaturidade que não soma nunca, e que é basicamente a subtração do mandamento divino de amarmos uns aos outros, como Cristo nos amou.

Só agora começamos a entender um pouquinho dos evangelhos, e podemos assim imaginar o que aguarda o fechar das cortinas.

Se por ventura, consiguirmos assimilar essa verdade em nós, seremos salvos deste desastre, e gloriosamente nos afastaremos da calamidade que está a acometer a humanidade no horizonte que se aproxima.

Não escrevo assim para que se apavore.

Não! 

Não é pra isso! 

Mas para que de alguma forma fique alerta comigo e não adormeça as portas, próximo a chegada do Noivo. 

Afinal, você a de conver que o estado mental de muitos homens ditos de ''deus'', é decadente.

Fica provado que na grande maioria dos púlpitos, o deus que se é pregado é aquele deus mágico, sempre pronto a nos servir com suas peripécias e encantos.

Pregações que atolam nossas mentes em crenças pagãs de baganharmos sempre e não crermos nunca, nos atropelam quase que diariamente. 

É ou não é?

Fé verdadeira quase não existe. 

Uma tal de mensagem subliminar dos fins sempre justificando os meios fica bem impregnada nas mentes dos incautos.

O Cristo Eterno de Deus, da verdade,do juízo e da justiça, este está abandonado.

Agora, vem cá e me diz:

- Escrevo mentiras?

Vou contar uma história.

Desde pequeno, nutria um desejo no coração de ter sabedoria.

Talvez essa vontade nasceu da nescessidade de viver uma vida com menos problemas ou mesmo ter a capacidade de resolver bem, aqueles que aparecessem.

Também da intenção de aproveitar as oportunidades que chegariam até mim, da melhor forma exponencial possível.

Assim me encontrava.

E toda vez que imaginava alcançando esse objetivo, tinha um deslumbre da minha pessoa com uma idade bem avançada, encurvado, falando baixinho. 

Já bem de idade.

Minha mente, cria que o tempo seria meu galardoador, e com ele a maturidade e o crescimento tanto em conhecimento e experiência chegariam.

Bem verdade é que dos três, estes dois últimos ainda creio que chegarão: o crescimento em conhecimento e experiência.

Mas o primeiro ( a maturidade ), duvido muito que utilize essa mesma rota para aflorar no coração humano.

Digo isso porque em meu círculo de relacionamentos com pessoas de maior idade, verifico muitas almas infantis que escutam sem nunca entender e assim, sem discernirem a verdade no íntimo, não amadurecem jamais.

Pelo contrário, estão é atrofiando, e isso inicia pela via do comportamento.

Claro que não digo isso, pois minha intenção é ajudar, não ofender.

Por outro lado, há outros que louvo ao Senhor pelo quanto os usam.

E como poderosamente os usam!

No entanto, o que quero dizer é que, se a sabedoria que a estes últimos chegou graciosamente em suas vidas aconteceu, com certeza ela usou um viés de chegada.  

Fica a interrogação:

- Como amadureceram no caminho?

Para mim, amadureceram pelo amor. 

Segundo as escrituras,através dele o homem pode crescer, ser liberto e ascender suas mediocridades.

Perceba que em relacionamentos aonde essa verdade está atado as vias do comportamento, as pessoas são destravadas umas das outras e assim podem prosseguir em paz. 

Se elevam!

Nos relacionamentos aonde não há, a sensação de cada um é como o povo de Israel andando em círculo pelo deserto. 

Não há progresso! 

Nem interno nem externo.

Eu creio que existe um ingrediente divino contido nesse estado de ser, que enaltece e supre o interior humano. 

Faz com que cada um encontre seu propósito original na vida, ao mesmo tempo que descortina nossa mente para verdades que não ousamos aceitar.

O céu não é um lugar para se ir,como muitos pregam, nada mais é do que um estado interior de salvação.

Penso assim!

Se tá pensando que falo bobagens, assista um pouquito dos telejornais e comprove a realidade nua e crua do oposto ( inferno ) no nosso meio.

Não é preciso '' descer'' para se estar nele.

Entre também em muitas denominações e veja com os próprios olhos que apesar de muitos possuírem um belo discurso de Deus nos lábios, no entanto são vazios de Sua Vida.

Tudo isso fica provado no cotidiano de cada um.

Qual o nome que damos para isso?

- Jesus chamou de hipocrisia!

É triste e lamentável, e nem percebemos.

Graças a Deus, o Amor existe e em muitos seres de bem, persiste.

Não digo fraquezas do bem, que na verdade nada mais são do que comportamentos covardes.

Que só para manter a imagem o não é sim, e o sim é não para o indivíduo.

Digo, Amor verdadeiro como Cristo expressou e nos ensinou mesmo em dor, quando colocou cada coisa em seu devido lugar.

Aquele tipo de comportamento, que dá a vida pelos amigos e pelos inimigos!

Que fala não, quando precisa dizer não. Que fala sim, quando precisa dizer sim.

Que dá quando pode, e fica feliz. Que não dá, quando não pode, e preserva a paz do mesmo jeito.

Que tem como bússola de orientação pessoal, a verdade, a justiça e o juízo sempre estampados em suas mentes.

E essa é uma realidade que acaba se tornando pedágio essencial para o ser que anseia ser impulsionado para cima, e que quer transcender o invisível, sem nunca jamais transgredir a própria consciência.

Se não fosse assim, viveríamos sempre em um constante estado de impaciência, em um constante fluxo de desordem e intemperança.

Graças a Deus, na contramão de todos esses acontecimentos, Aquele que impede o manifestar total desse caos, ainda está no meio de nós nos convencendo dia a dia da necessidade de entregamos diariamente nossa vida nas mãos Daquele que tudo pode.

Por isso digo: 

- Vêm Senhor Jesus!

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