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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

# Se a verdade é libertadora entendemos que a mentira é escravizante! Concorda?

Semana passada uma irmã comentou que meu blog é muito pessoal e que se eu não tomasse cuidado com o que escrevo aqui, estaria me auto- condenando ao inferno.


É verdade que o que eu posto, trata-se de minha opinião a respeito de grande parte dos assuntos relacionados tanto a bíblia quanto ao meio cristão. 

E o que aprendi geralmente foi fruto da minha leitura dos evangelhos, aplicada as duras circunstâncias da vida pessoal.

Por isso mesmo, minha forma de pregar é escrevendo em meu diário.

Essa é a maneira que encontrei de ser penalizado pessoalmente pelos ensinos, sem cair na tentação de jogar culpa em terceiros.

Também nunca pedi a ninguém que considerasse tudo que lêem aqui, como o suprassumo da verdade.

Todos nós temos falhas, por isso mesmo sempre peço que reflitam e utilizem o espaço de comentários para expressarem sua opinião.


Se minha intenção não fosse essa, eu pregaria em um púlpito qualquer em uma denominação qualquer, famosa ou não. 

Me preocuparia bastante com o conteúdo no sentido de tomar os cuidados possíveis para agradar a todos, mesmo que se o custo fosse o esvaziar da verdade.


Me ateria também a seguir uma linha de raciocínio ou pensamento cristão, seja o arminianismo, calvinismo, ou outros ismos.

Assim, ficaria preso a ela, sem chance alguma de não correr riscos.


Graças a Deus, isso não é para mim, por que não escrevo para agradar ninguém! 

Nem a católicos, nem a protestantes, nem a crentes, nem a judeus, nem a espíritas, nem a umbandistas, nem a budistas, nem a hinduístas.

Também não escrevo só pregando benção como se a vida com Deus fosse só mar de rosas.

Se tiver de escrever sobre as tempestades da vida também o farei.

Porque o evangelho tem de ser simples e para quem quer simplicidade!

É sim, sim! Não, não!

Sem formas medievais, sem prisão ao passado,sem palavras difíceis.

E atualizado sem que se perca a essência salvadora que está em discernimos o Sangue de Jesus.

Agora...

Penso também que ele tem de ser pregado nos moldes da consciência humana, da vida e verdade que aprendemos no chão da existência. 

Não é só recitar versículos e capítulos.

Não é uma cartilha imposta que decoramos e depois ficamos a todo o tempo repetindo para os outros como robôs.

Não!

O Evangelho é vida, é poder, é o ide, e está acontecendo agora!

É a insineração do fogo do Espírito Santo em tudo o que é palha em nosso interior.

Por que somente essa verdade tem o poder de expor a realidade que existe em nós e catapultar a ilusão do mundo que por ventura está impregnando nosso ser.

Claro, essa é a minha maneira de enxergar o evangelho, e não tem de ser necessariamente a sua.

No entanto, o que me chama mais a atenção, é que quem é contra o que prego, na maioria das vezes são irmãos que ainda não discerniram o Antigo Testamento do Novo Testamento.

Para eles, tudo é a mesma coisa!

Talvez, se esse assunto estivesse relacionado a compra e venda de um imóvel particular, entenderiam com mais profundidade.

Ali, teriam que discernir a antiga escritura da nova escritura.

A estudariam com cuidado, pontuando o que vale do que não vale. 

Sei que defenderiam a nova escritura como a vigente com unhas e dentes se precisassem, porque é lá que está seus direitos e deveres como os novos proprietários abençoados.

Agindo assim, não percebem que estão a matar o boi para tirar o carrapato! 

Desconfio que alguns não entendem simplesmente por que não querem,outros por que entregaram seus cérebros 100% à quem julga realmente entender do assunto.

E uma pequena parcela, por que ainda não foram ensinados corretamente.

O indivíduo que ainda não discerniu o Antigo Testamento do Novo Testamento, acaba crendo inconscientemente que o mandamento do amor é uma prática muito mais cara do que o sacrifício de touros e bodes.

E isso não é verdade, por que os mandamentos da lei são apenas os efeitos colaterais do grande antídoto de Deus para a humanidade adoecida. 


Quem ama, cumpre até sem saber os mandamentos da lei de Moisés.

Mas os crentes infelizmente quase não são ensinados assim!

Pelo contrário, são pressionados com fardos pesados dia a dia a produzirem efeitos colaterais artificiais, irreais, falsos, de aparências, que não produzem nenhuma verdade no íntimo.

Ou se toma esse antídoto, ou esqueça.

Pois amar a Deus e ao próximo é a única via possível para o cumprimento de todas as leis tanto no céu como na terra.

O resto é conversa fiada. 

E para aqueles que desejam sinceramente entender melhor as escrituras, aconselho a lerem a Bíblia, tendo Jesus como a chave interpretativa em tudo, começando sempre pelos evangelhos, passando pelas cartas e por fim o antigo testamento.

Aprendi isso, com meu amado irmão e mentor Cáio Fábio.

Faça esse processo várias vezes.

Se a pessoa de Cristo não estiver bem definida em seu coração e mente, dificilmente sairá desse labirinto.

Vai ficar igual aos fariseus que não discernindo Deus em Jesus, condenavam veementemente o que Deus fazia através de Jesus.

Dessa maneira, ficamos com a interpretação pessoal carregada de condenação, medo e manipulação.

E isso, em relação a nós e ao próximo!

No entanto, temos que aceitar que as Boas Novas de Cristo não se limitam aos escritos do Antigo Testamento e do Novo Testamento.

Inclui toda verdade produzida por corações sinceros que cumprem o único e verdadeiro mandamento de Deus em Cristo, que é amar acima de toda e qualquer coisa e circunstância.

Isso também é evangelho!

No fim de tudo, naquele Grande dia, a única questão da existência, não será formada por perguntas como: 

- Se devolvemos o dízimo direitinho, se ofertamos conforme a lei, ou se frequentamos ininterrupitamente as correntes.

A garantia da eternidade não virá pela idade de frequência a templos, nem pela experiência acumulada anos afora, e muito menos pelas frenéticas práticas religiosas.

- Não!

A pergunta que englobará tudo isso será:

- Você amou? O amor te salvou?

E por fim, em defesa ao que ouvi no início, digo que, se o que prego é pecado, prefiro infinitamente pecar este pecado e ser condenado por Ele, do que ser abençoado pregando qualquer outro evangelho que seja.

Que assim seja!

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